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POESIA


Ah! O tempo!
Ah! O tempo cruel, que me arrancou do ventre de minha mãe quando eu ainda não sabia respirar sozinho e me entregou ao mundo sem perguntar se eu estava preparado. Ah! O tempo bendito da infância, quando os dias cabiam numa brincadeira, as tardes custavam a morrer e a eternidade parecia morar no quintal de casa. Ah! O tempo apressado, que fez pequenas as roupas, distantes os brinquedos e transformou em lembrança aquilo que eu julgava não ter fim. Ah! O tempo severo da adolescên

Arthur Souto
16 de ago.2 min de leitura


Máscara de Luz
Não foi o espelho que mudou primeiro…

Arthur Souto
1 de ago.1 min de leitura
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