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CONTOS E CRÔNICAS
Contos e crônicas, contendo criticas sociais e reflexão sobre o mundo atual que vivemos.


O Lápis
Quebra-se a ponta. O lápis silencia,

Arthur Souto
3 de jul.1 min de leitura


Marcha, Soldado…
Essa crônica revisita uma cantiga infantil conhecida por todos para provocar uma reflexão sobre educação, disciplina e pensamento crítico. A partir de uma memória da infância, o texto questiona se estamos formando pessoas capazes de pensar por si mesmas ou apenas treinando indivíduos para obedecer, convidando o leitor a redescobrir o significado de uma música que atravessa gerações. Passei mais de quarenta anos cantando uma música sem jamais prestar atenção no que ela realmen

Arthur Souto
27 de jun.4 min de leitura


⏳🥀 ANTES QUE SEJA TARDE 🥀⏳
💔 O último "depois"... Há palavras pequenas demais para o peso que carregam. 💭 "Depois" é uma delas. 💔 O último "depois"... Há palavras pequenas demais para o peso que carregam. 💭 "Depois" é uma delas. Ela costuma sair da boca sem esforço, como quem faz uma promessa fácil de cumprir. Dizemos "depois eu passo aí", "depois conversamos", "depois eu volto". E seguimos o dia acreditando que o tempo, obediente como um empregado antigo, permanecerá nos esperando na porta. 👴 Mig

Arthur Souto
18 de jun.3 min de leitura


VIVA COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ
Nesta crônica, somos convidados a revisitar um dos conselhos mais repetidos ao longo da vida, o de viver como se fosse o último dia, para, com sensibilidade e profundidade, deslocar esse olhar para uma perspectiva mais leve e transformadora: a de viver como se fosse a primeira vez. Entre memórias, sensações e reflexões sobre o cotidiano, o texto propõe um resgate do encantamento perdido na rotina, mostrando que a verdadeira intensidade da vida não está na urgência do fim, ma

Arthur Souto
16 de abr.4 min de leitura


Ainda…
Ainda

Arthur Souto
26 de mar.1 min de leitura


Cordel – Mulheres de Toda Força 🌸
No oito de março eu canto Com respeito e gratidão, As mulheres deste mundo Que transformam a nação. Cada passo que elas dão É história em construção. Desde os tempos mais antigos Já lutavam por respeito, Carregando o peso do mundo Mesmo quando o chão é estreito. Mas a força da mulher Nunca coube num conceito. Tem mulher que é mãe e mestra, Que trabalha sem parar, Cuida da casa e dos filhos E ainda aprende a sonhar. Mesmo quando o mundo tenta Seu valor desmerecer, Ela insiste

Arthur Souto
8 de mar.2 min de leitura


O GRANDE BAILE ONDE O CARNAVAL
O Carnaval não começou como festa, mas como licença, uma trégua solene entre a ordem e o caos, onde deuses, reis provisórios e o povo comum aprendiam a trocar de lugar sem pedir desculpas. Antes de virar desfile, fantasia e confete, ele foi rito, inversão, sobrevivência e provocação histórica; um grande baile em que a humanidade, cansada de obedecer o calendário da moral, decidiu dançar com seus próprios excessos. É nesse salão improvável, onde o sagrado tropeça no profano e

Arthur Souto
11 de fev.2 min de leitura


Sentido sem sentido
No primeiro dia da escola cívico-militar, a lousa acordou mais cedo. Estava nervosa. Nunca tinha passado por revista

Arthur Souto
7 de fev.2 min de leitura


📖 Convite à leitura
“Numa noite silenciosa, quando a escola já dormia e o pó do giz…”

Arthur Souto
7 de fev.1 min de leitura


Professor em Modo Economia de Energia
Chega o fim do ano e o professor entra em modo economia de energia…

Arthur Souto
15 de dez. de 20252 min de leitura


🎃 Fantasia que Engana
No ritmo de um cordel envolvente, Arthur Souto questiona o hábito de importar tradições e esquecer as próprias raízes. Com humor e crítica, o autor contrasta o Halloween estrangeiro com o rico folclore brasileiro, lembrando figuras como o Saci, a Iara e a Cuca. Entre versos rimados e reflexões afiadas, o texto convida o leitor a celebrar a cultura nacional e a reconhecer o verdadeiro encanto das nossas lendas, que não precisam de fantasia para brilhar. No fim de todo outubro,

Arthur Souto
16 de out. de 20252 min de leitura


⏰ O Relógio em Mim
Em O Relógio em Mim, Arthur Souto transforma o passar do tempo em uma delicada reflexão sobre a vida. À medida que o narrador revisita cada “hora” simbólica de sua existência, da infância à velhice, ele percebe que o tempo, antes temido, sempre foi seu companheiro silencioso. No instante final, entre o último tic e o silêncio, surge a compreensão do verdadeiro sentido de existir. O relógio da parede marca onze e cinquenta e oito. Mas o relógio que me preocupa não está na pare

Arthur Souto
14 de out. de 20253 min de leitura


FODA-SE
Nunca fui fã de “palavrões”, mas cheguei naquele ponto da vida docente em que só resta apertar o glorioso botão do FODA-SE.

Arthur Souto
8 de out. de 20254 min de leitura


Capoeira ou Matemática?
Essa nova crônica de Arthur Souto retrata com humor uma reunião de pais e mestres em que a avó de um aluno surpreende o professor. Entre...

Arthur Souto
3 de out. de 20253 min de leitura


As Pérolas dos Professores
Dizem que não se deve jogar pérolas aos porcos. A cada vez que releio essa frase, penso nos professores.

Arthur Souto
17 de set. de 20252 min de leitura


Carta aberta ao @Felca
Felca, recentemente você trouxe à tona o tema da adultização das crianças, dando voz a algo grave que muitos fingem não ver. Hoje, nós, professores do Estado de São Paulo, também precisamos pedir o seu socorro. Estamos vivendo a “desumanização dos professores”. Não bastasse o salário baixíssimo, a falta de biblioteca, de laboratório de informática e até de materiais básicos, agora sofremos com o assédio moral da própria Secretaria da Educação, que ameaça com demissões e trata
Mundo Encantado dos Livros
18 de ago. de 20252 min de leitura


🦉 A Coruja de Timbuktu
Às margens de uma savana dourada, onde o vento sussurrava entre as folhas dos baobás e as estrelas cintilavam como olhos antigos, vivia Nia,

Arthur Souto
30 de jul. de 20254 min de leitura


O Desespero do (Des)Governo
Era uma vez, numa vasta floresta chamada Paulistânia, um reino governado pelo Pavão

Arthur Souto
28 de jul. de 20253 min de leitura


A Avaliação Invisível
A crônica retrata a dura realidade de Marisa, professora veterana dedicada, que vê décadas de experiência e amor pela docência serem reduzidas a uma nota fria de desempenho enviada por e-mail.
Mundo Encantado dos Livros
8 de jun. de 20253 min de leitura


Meu Filho, o Boyneco
Por: Arthur Souto Em tom ácido e bem-humorado, Arthur Souto narra o encontro surreal com uma “mãe” que passeia por São Paulo empurrando...
Mundo Encantado dos Livros
8 de jun. de 20253 min de leitura
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